quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

A profecia

Isto é rigorosamente verdade. No passado dia 23 de Dezembro apareceu-me em sonhos uma mulher que conseguia prever o futuro. Perguntei-lhe o que iria acontecer comigo e ela profetizou que eu teria um óptimo futuro. E rematou com uma palavra: joga !
Animado por esse sonho, no dia seguinte fui apostar no euromilhões. Investi 20 euros.
Qual não é o meu espanto, quando no dia do sorteio, ao conferir a chave sorteada verifico que não obtivera qual prémio ?

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Os piores anos da minha vida.

Estamos a começar 2009 e, olhando para trás, concluo que os últimos cinco anos foram os piores da minha vida. Só não vou entrar em pormenores porque isto é um blog e não uma novela da TVI.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

O sentido da Vida

Às vezes penso na vida e sinto que a maioria de nós, incluindo eu, tem uma existência sem sentido. Por outro lado, se me perguntarem qual o sentido da vida, não saberei responder.
Sinto que falhei a vida, disso não duvido. Mas o que deveria ter feito para vencer é algo que muitas vezes me questiono e até agora nunca descobri.
Quando morrer tudo o que fiz nesta vida praticamente morrerá comigo. Posso dizer que vivi e morrerei anonimamente. A única marca da minha passagem por esta vida será a minha herança genética que sobrevive nas minhas duas filhas. São elas o meu tesouro e o meu único legado à Humanidade. Tudo o resto é vão e tão mortal como eu.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Como ser amigo das gajas.

É fácil ser amigo das gajas desde que nunca se olvidem dois ou três factos relativos à natureza feminina. Sobre gajas, a primeira coisa que um homem deve saber é que elas são todas chatas. Em segundo lugar, deve saber que a gajas são quase todas malucas e finalmente, quase nenhuma fode com amigos. Sabendo-se isto e actuando em conformidade, ser amigo das gajas é canja. É claro que após o que se disse anteriormente seja pertinente perguntar: mas se elas não fodem com os amigos de que serve ser amigo delas?
Pois bem, falando por mim, acontece que sou uma alma generosa e portanto, tenho paciência para aturar gajas chatas; também sou suficientemente maluco para achar piada ou alinhar nas maluquices delas e por último, no caso de serem comestíveis, como-as antes de perceberem que somos amigos. Quando percebem que afinal só existe amizade, já é tarde e não resta outro remédio senão continuarmos a foder. Portanto o segredo reside, como é fácil de perceber, na simples inversão temporal dos factos - primeiro sexo, amizade depois.
Infelizmente o que costuma acontecer?
A cena é mais ou menos assim, um mancebo conhece ou é-lhe apresentada uma gaja gira (ou mesmo feia) comestível segundo os padrões dele. Enquanto sorri, vai observando-a e dizendo em pensamentos, "adorava comer esta gaja". A seguir, que faz ele? Demonstra de forma visível o seu interesse por ela?
Não! Opta por tornar-se amigo da gaja. Ora isto não faz sentido. Quero dizer, faltando a coragem de tentar conquistá-la de forma decidida, aberta e limpa, antes se faz amigo da gaja. Enquanto amigo, alimenta a esperança de mais tarde poder beneficiar duma oportunidade para comê-la. Se fosse futebol seria como se um avançado, tendo a bola nos pés, em vez de partir para cima dos defesas, driblar e rematar à baliza, preferisse mandar-se ao chão na esperança de levar o árbrito a cair no logro e apitar grande penalidade.
Sejamos justos, claro que nem sempre existe esse calculismo da parte de gajos que sonham comer gajas amigas. No entanto, há que ser objectivo e portanto, se é para comer a gaja é de se tentar comê-la e não tentar ser seu amigo. São coisas diferentes.
Convém fixar mais uma característica das gajas: é que apesar de chatas e malucas, elas normalmente não são burras, antes pelo contrário.
Minhas amigas sintam-se à vontade para explicarem isto que acabei de ensinar aqui àqueles vossos amigos que entretanto se descaíram a tentar saltar-vos para cima. A culpa não é vossa !

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

As portuguesas fodem mal.

Não pretendo ser má-língua, mas as mulheres estrangeiras que eu conheço (e conheço muitas) todas dizem que as portuguesas não sabem foder.
Como poderão as estrangeiras saber uma coisa dessas? Será que andam a comer as portuguesas em secretas orgias lésbicas? Embora não fosse mal pensado descreio dessa hipótese.
Após alguma investigação e estudo, pude chegar a uma série de conclusões seguras sobre este assunto e que passo a expor.
No tocante aos hábitos sexuais dos portugueses, o que as gajas estrangeiras conseguem saber, na maior parte dos casos é através da performance sexual dos machos e não das fêmeas.
O processo resulta da seguinte forma: numa primeira fase, a estrangeira fode com um português e compara o desempenho sexual deste com as fodas dadas anteriormente com os nacionais de outros países. Depois segue-se uma segunda fase em que a estrangeira compara as fodas que vai dando com outros estrangeiros relativamente às fodas que deu com o cidadão luso.
À partida poderíamos supor que esta sucessão de comparações tem como finalidade avaliar os homens, nomeadamente os portugueses – nada mais errado. Toda a gaja, independentemente de raça, credo ou nacionalidade, gosta de comparar-se é com outras gajas. O campeonato feminino das comparações é o verdadeiro desporto rei das gajas onde os homens simplesmente não contam para nada (no máximo desempenham um papel semelhante àquele que normalmente é dado pelos laboratórios a certas espécies de ratos).
Então, ao foder com o homem português, a gaja estrangeira aproveita essa experiência para, de forma indirecta, avaliar a capacidade sexual da mulher portuguesa e finalmente estabelecer comparações consigo própria, que é o que verdadeiramente lhe interessa. E é através deste jogo comparativo que as estrangeiras, observando o macho português concluem unanimemente que a parceira natural deste, a mulher portuguesa, no tocante a sexo (até me custa dizê-lo) é muito fraquinha.
A descoberta faz-se de forma muito simples. Para melhor compreensão, digamos que todo o homem é como seja um aspirador. E no caso do homem português qualquer gaja estrangeira percebe logo que este é o aspirador duma doméstica badalhoca que não tira proveito do excelente aparelho que tem em casa.
Independentemente dos anos, o motor permanece como novo, ainda repleto de potência e ruído irrepreensível; o saco impecável; escovas erectas e limpas; rodas perfeitas e brilhantes a indicarem pouca rodagem. Algumas peças removíveis, inclusivamente percebe-se que nunca chegaram sequer a ser usadas.
Do mesmo modo, a forma generosa e tão natural como o português cumpre sexualmente denota logo que se trata dum espécime que nunca foi devidamente explorado. Ao nível masculino, somos uma espécie de amazónia sexual que à falta de quem a explore a nível nacional vai provocando a cobiça das estrangeiras. A forma despachada como as imigrantes brasileiras, ucranianas e demais nacionalidades se atiram ao macho português residente é disso prova cabal. Somos bons, porra. As portuguesas deviam era atentar no exemplo das estrangeiras que nos adoram e passar a dar-nos mais valor… e mais sexo.

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Ménage à trois.

Todo o cuidado é pouco. Existe um movimento secreto que visa dominar o mundo através da repressão sexual de homens como eu, cujo único pecado é gostar de foder gajas. Falo evidentemente do movimento do qual emana a acção concertada de gays, lésbicas, malucas histéricas, feministas, esquerdistas bem-pensantes, conservadores de centro-direita e alguns falsos moralistas. Estes indivíduos, apesar das diferenças ideológicas antagónicas, encontram-se unidos numa estranha aliança estratégica contra aquele a quem elegeram como inimigo comum – o homem heterossexual.
Elementos deste movimento (vamos chamar-lhe “o tal lobby”) e outros agentes com ele alinhados promovem toda a espécie de iniciativas no sentido de atacar a saudável orientação sexual dos homens machos. Eles utilizam livros, blogs, partidos políticos, manifestações de orgulho gay e até fotografias da Odete Santos para nos fazer desistir de comer gajas.
Trata-se dum inimigo astuto que não cessa de tentar instalar a dúvida e a insegurança acerca das convicções sexuais masculinas.
Mesmo os mais fortes sofrem ataques. Eu próprio, embora duma forma subtil, sinto-me atingido. Então não é que já dei por mim várias vezes a tentar convencer gajas a foderem com outras além de comigo? Não sei se estão a ver bem a gravidade do acto, trata-se de lesbianismo. Se alguma vez tiver êxito será uma humilhante capitulação da minha parte perante os objectivos desse tenebroso movimento. Estarei a fazer o jogo do inimigo contribuindo para a propagação do amor homossexual, o que vai contra tudo aquilo que defendo como modo de vida – o heterossexualismo.
Não tenho a certeza acerca do que me passa pela cabeça. Mas desconfio que isto seja “obra” deles, talvez andem a hipnotizar-me através da TV, não sei. O que sei é que a cena de duas gajas a esfregar e lamberem-se junto a mim teima em não largar a minha imaginação. E dá-me uma tusa do cacete.
As minhas amigas leitoras alinham?

domingo, 25 de novembro de 2007

Perfil

Acabei de editar o meu perfil. Esmerei-me sobretudo nos interesses.
Pessoalmente considero-me um homem com muito interesse. Por exemplo, tenho um apartamento no Algarve, junto à praia; um monte alentejano com piscina; dois automóveis; e ainda um amplo apartamento numa urbanização perto de Lisboa. Além disso sou empresário, tenho acções de empresas; contas chorudas em bancos e um carradão de cartões.
Agora, se és mulher e todos estes bens não conseguiram suscitar em ti o mínimo interesse a meu respeito, não faz mal. Eu também não gosto de lésbicas.